E você, gosta mais de cães ou gatos? Ter um ou outro diz muito sobre a personalidade do dono

Nesta sexta-feira (30/05), o portal UOL publicou uma reportagem que busca dialogar sobre a personalidade humana, sob uma perspectiva da predileção entre cães ou gatos. O estudo apresentado pelo portal evidencia que ao escolher cães ou gatos, os donos estão apresentando questões muito próprias da sua personalidade.

A conclusão é de uma pesquisa desenvolvida pela universidade Carroll, em Waukesha, no Wisconsin (EUA), apresentada no encontro anual da Associação para a Ciência Psicológica. O estudo mostrou que os amantes de cães tendem a ser mais extrovertidos e fiéis a regras, enquanto os que preferem os gatos seriam mais mente aberta e mais transgressores, além de mais inteligentes. A pesquisa entrevistou 600 estudantes universitários e perguntou a eles se eles preferiam cães ou gatos e quais as qualidades que eles mais admiravam em seus animais de estimação. Os participantes também responderam a uma série de questões para avaliar traços da sua personalidade.

A maioria dos pesquisados disse ser amante de cachorros (60%), enquanto 11% afirmaram preferir gatos – 29% disseram não ter preferência entre um ou outro. Os que amam os cães apontaram a companhia feita pelo “melhor amigo” como a qualidade que mais admiram no animal, enquanto aqueles que preferem gatos apontaram o carinho como principal característica.

Para a pesquisadora Denise Guastello, professora de psicologia da Universidade de Carroll, essas diferenças podem estar relacionadas ao ambiente em que o cão ou gato vive. “Faz sentido que donos de cães sejam mais extrovertidos, porque eles precisam levar seu cão para fora de casa e acabam conversando com pessoas. Mas se você é mais introvertido, sensível, talvez prefira ficar em casa lendo um livro, e o seu gato não precisa sair para uma caminhada”, explicou.

Segundo ela, estudar as razões que levam as pessoas a terem um cão ou um gato pode melhorar as técnicas de terapias com animais. Denise advertiu, no entanto, que, como o estudo envolveu estudantes universitários, não se sabe se os resultados se aplicam a outros grupos etários, mas estudos realizados anteriormente tiveram conclusões similares.

 

 

Fonte: http://bit.ly/1pEPXMh

 

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